“Impressionante como seu filho adotivo se parece com vocês!Parece até que é seu!”

À primeira vista, parecem elogios inocentes. Mas, se olharmos com um pouco mais de atenção, existe uma questão importante por trás delas: por que uma criança adotada precisa se parecer fisicamente com seus pais para que as pessoas reconheçam aquela relação como legítima? Como se a semelhança fosse uma espécie de certificado de pertencimento. Como se encontrar os mesmos olhos, o mesmo sorriso ou os mesmos traços fosse necessário para comprovar que ali existe uma família. E quando não se parecem? Quando a cor da pele, os cabelos, os traços e as características físicas são completamente diferentes? O vínculo passa a ser menos verdadeiro? Filhos não precisam parecer com os pais para serem filhos. Não precisam compartilhar o mesmo sangue ou qualquer característica física em comum para pertencerem àquela família. A adoção não precisa imitar a biologia para ser reconhecida como parentalidade. Talvez seja hora de abandonar a necessidade de procurar semelhanças e começar a reconhecer aquilo que realmente constitui uma família: o vínculo, o cuidado, a responsabilidade, o pertencimento e o amor construído todos os dias. Não, não parece que é seu. É seu filho. E isso não precisa de nenhuma comprovação!

🔍 O que é a Busca Ativa e como ela te aproxima do seu filho?

Quem está na espera da adoção costuma imaginar que basta deixar o perfil pronto no sistema e aguardar o telefone tocar. Mas existe muito mais acontecendo por trás: é a Busca Ativa, um trabalho dedicado feito para ligar o que precisa de lar ao lar que espera 💙 Vem entender como funciona:✅ A Busca Ativa começa no próprio SNADentro da sua página de pretendente, o sistema não fica parado — as equipes das comarcas realizam buscas ativas o tempo todo, analisando os perfis cadastrados para encontrar a família que melhor se encaixa com cada criança que está aguardando. ✅ Projetos que aproximam ainda maisAlém do sistema, cada estado desenvolve formas próprias de divulgar crianças e adolescentes que buscam um lar. Aqui em São Paulo, por exemplo, temos o “Adote um Boa Noite”, um projeto conhecido e respeitoso que dá visibilidade a essas crianças, aproximando-as de famílias em todo o estado. ✅ O trabalho especial das Cegonhas 🕊️Existe também um trabalho lindo e essencial realizado pelas Cegonhas. São pessoas — na maioria das vezes, mães e pais adotivos — que conhecem de perto essa jornada. Elas recebem autorização do juiz e mantêm contato direto com técnicos de varas de todo o Brasil. Recebem os perfis das próprias comarcas e fazem a ponte: levam a família que espera até a criança que precisa de um lar. É um trabalho de confiança, feito com dedicação e autorizado. 💛 E o princípio mais importante de todosÉ fundamental entender: a Busca Ativa existe para encontrar uma família para uma criança — nunca o contrário. Sempre é a criança que vem em primeiro lugar. O trabalho todo é feito pensando nela, no que ela precisa e em quem pode oferecer o melhor acolhimento 💙 🕊️ Aqui no Acolher Mairiporã também tem CegonhaE sabe de uma coisa? Nós também temos a nossa! Sou eu, Virgínia Bispo, e faço esse trabalho com todo o carinho do mundo. Conecto famílias que esperam a crianças que precisam de um lar, com a mesma dedicação e autorização. É uma honra poder ser essa ponte 💛✨ Você já tinha ouvido falar sobre busca ativa?  

A importância dos cuidados com os filhos e as consequências da negligência

A importância dos cuidados com os filhos e as consequências da negligência Cuidar de um filho vai muito além de oferecer alimento, roupas e moradia. É estar presente, oferecer afeto, proteção, escuta, orientação e segurança emocional. Isso vale para todos os filhos, biológicos ou adotivos. A negligência nos cuidados pode trazer consequências importantes para o desenvolvimento infantil, como dificuldades de aprendizagem, baixa autoestima, insegurança, ansiedade, dificuldades de socialização e de confiar nas pessoas. A falta de atenção às necessidades físicas e emocionais também pode comprometer a saúde e a construção de vínculos afetivos seguros. Na adoção, algumas crianças podem trazer marcas de experiências anteriores, perdas e rupturas de vínculos. Por isso, a atenção, o acolhimento e a compreensão são fundamentais para a construção do sentimento de pertencimento à família. É importante compreender que comportamentos difíceis nem sempre são sinais de desobediência ou ingratidão. Podem expressar sofrimento, dificuldades ou necessidades que a criança ainda não consegue comunicar. E aqui fica uma reflexão importante: o que fazemos quando alguém nos alerta que nosso filho precisa de ajuda? Quando a escola sinaliza dificuldades, quando pessoas próximas percebem mudanças de comportamento ou quando um profissional recomenda uma avaliação especializada, precisamos parar e escutar. Negar o problema, ignorar os sinais ou recusar ajuda necessária pode agravar o sofrimento da criança. O orgulho, o medo do julgamento ou a dificuldade de aceitar que algo não vai bem não podem estar acima das necessidades de um filho. Quando deixamos de buscar os cuidados necessários, mesmo diante de sinais claros e de alertas consistentes, podemos contribuir para o agravamento de uma situação que poderia ser acolhida e tratada. Ignorar deliberadamente as necessidades de uma criança e impedir que ela receba a ajuda de que precisa pode configurar negligência e uma forma de violência. Ser pai ou mãe não é saber tudo, nem ser perfeito. É ter a responsabilidade de reconhecer quando algo não vai bem e a coragem de buscar ajuda. A pergunta que fica é: estamos realmente cuidando dos nossos filhos ou estamos ignorando aquilo que não queremos enxergar? Porque amar um filho também é ouvir os alertas, reconhecer as dificuldades e fazer o que for necessário para protegê-lo.   Gerson Landim

Sociodrama e Adoção

 Sociodrama e Adoção Em 19/09/26, 50 corações se encontraram para a reunião do GAA Acolher Mairiporã para falar do que mais importa: família. Ouvimos um casal que acaba de receber sua filha de 1 ano e 8 meses. E que antes viveu a dor de uma aproximação interrompida por uma falha do sistema. Aprendemos: precisamos conhecer nossos direitos, ter apoio jurídico que entenda de adoção e, principalmente, respeitar o nosso “sim” e o nosso “não”. E o “não” das crianças também. No Sociodrama, demos voz a duas frases que doem e libertam: “Sou trans/gay” – Como construir um lar onde nossos filhos possam ser quem são, num mundo que ainda exclui tanto? “Quero ir embora, te odeio” – Como acolher a raiva que também é pedido de amor? Faltou tempo. Sobrou afeto. Deixamos duas provocações no ar: “Tenho tanto amor para dar” e “Fui educado(a) apanhando e não morri”. No final, uma carta. Escrita por um homem que espera ser pai por adoção e que é filho por adoção. Choramos e sorrimos juntos. Terminamos com café coletivo, bebês engatinhando livres pelo teatro e a certeza de que estamos no caminho certo. Gratidão a cada um, cada uma. E ao @teatrocontadoresdementiras e ao Felipe, por nos acolherem. Teatro é cura.   José Maria (Voluntário do GAA Acolher Mairiporã      #Adoção #PaternidadeAdotiva #GAAAcolherMairiporã #AdoçãoÉAmor #Mairiporã Psicodrama Sociodrama

Hoje o Prefeito Municipal, Walid Hamid, recebeu em audiência, as voluntarias do Grupo de Apoio à Adoção, Acolher Mairiporã.

O propósito da reunião foi solicitar a cessão da Casa da Cultura para a realização das reuniões do Grupo, renovando assim a parceria que sempre existiu do Grupo com o Executivo. Na oportunidade, foi realizado o convite para o comparecimento do Prefeito na Caminhada da Adoção que ocorre anualmente, no mês de maio, na Avenida Paulista, em celebração ao Dia Nacional da Adoção, que, conta todos os anos com o brilhantismo da Furiosa, nossa gloriosa Banda Marcial, Tia Emília! Aproveitamos ainda, para solicitar a implantação da Lei 4.088/21 para a ativação de placas nos equipamentos públicos que atendem pessoas gestantes, informando sobre a entrega voluntária (entrega do bebê para adoção), junto ao Poder Judiciário, e, que este ato não configura crime. E, por fim, para contar um pouco da história dos 22 anos do GAA, sobre a implantação do GAA em Angola, saímos de lá felizes em termos a chance de informar ao nosso Prefeito, sobre nosso trabalho, atualizando-o sobre as questões do universo adotivo e de podermos nos orgulhar de que nossa cidade é uma cidade adotiva! Obrigada Prefeito Aladim! Obrigada pela atitude adotiva!

Você sabia?

No GAA Acolher Mairiporã existe um projeto chamado: “Cartas Para Meu Filho”, onde a nossa querida @jadetecalixto desenvolve um trabalho incrível com os pretendentes, que os leva a escrever cartas durante o ano, com temas voltados aos sentimentos de acolhimento, pertencimento, boas lembranças, que posteriormente se transformam em um lindo diário para ser entregue ao filho que chegara, esse diário ajudará a contar ao filho, como ele foi planejado, querido e amado desde muito antes da sua chegada

*A importância de pensar na rede de apoio*

Olá, meu nome é Karla e sou mãe da Lara que tem 7 anos. Durante uma conversa no grupo de apoio à adoção, o Acolher Mairiporã, do qual faço parte, novamente o tema da rede de apoio foi o foco do bate-papo e surgiu um questionamento: “ porque a equipe técnica quer saber da minha rede de apoio?”. Por incrível que pareça essa pergunta é muito importante, ainda que pareça invasiva, mas é preciso lembrar que “para criar uma criança é preciso uma tribo inteira” e disso sou testemunha porque vivo na pele essa experiência que vou contar para vocês. Se engana quem pensa que rede de apoio só deve ser pensada em casos de adoção. Quem pensa em ter filhos tem que pensar na tão importante e indispensável rede de apoio, porque tanto faz ter filho biológico ou por adoção, pois sempre precisamos de ajuda e imprevistos acontecem na vida de todo mundo que tem ou não tem filhos. Minha experiência com rede de apoio começou logo depois que minha filha chegou. Eu era casada e tinha minha mãe. Eu sabia que não podia contar com a família dele por N motivos, mas eu tinha ele e minha mãe que eram a minha rede de apoio. Poucos meses depois da chegada de Lara o casamento acabou, foi um baque. Voltei a morar com minha mãe que passou a ser minha única ajuda em todos os sentidos, porém quando minha filha chegou, recebemos o diagnóstico de câncer da minha mãe no mesmo mês e aí iniciou o período de grande turbulência. Enquanto minha mãe estava bem, na medida do possível, ela me ajudava com a Lara. Eu trabalhava de manhã, das 5 às 14 horas. Neste período Lara ficava com minha mãe que a acompanhava nas terapias nos dias que não eram minha folga. À tarde Lara estudava e eu seguia com a rotina de toda dona de casa. O tratamento da minha mãe ainda não era pesado, pois a doença estava muito no início e o tratamento seguiu em casa com algumas consultas por mês e exames. Um ano depois veio a cirurgia da minha mãe e aí eu me vi no aperto total: saúde e cuidados com minha mãe, saúde , cuidados e terapias da Lara, trabalho, casa, médico, mercado, contas, escola e EU SOZINHA para dá conta de tudo. Na cirurgia da minha mãe minha irmã veio de Pernambuco para ajudar. Ficou com ela no hospital e passou um mês aqui em casa, mas mesmo com essa ajuda, na época da cirurgia tive que faltar ao trabalho por 3 dias porque não tinha ninguém para ficar com Lara. E tudo eu comunicava ao meu chefe. Isso era final de 2021, em plena pandemia para facilitar mais ainda a situação. Em fevereiro de 2022 iniciou o tratamento de radioterapia da minha mãe e, por ser pelo SUS, não era possível marcar as sessões no horário desejado e assim comecei a faltar ao trabalho, a ter saídas antecipadas ou chegadas atrasadas porque os horários nunca eram os mesmos e eu não tinha rede de apoio para acompanhar minha mãe ao hospital e também para ficar com Lara. Era eu para tudo. Por causa disso, pedi ao chefe para me colocar no turno da noite porque eu precisava está livre durante o dia para cuidar das duas, levar ao médico, exames, terapias, escola, ir ao mercado… E assim em fevereiro de 2022 comecei a trabalhar à noite. Nunca mais eu soube o que é dormir normalmente. Muitas e muitas vezes fui trabalhar tendo dormido apenas 40 min, 1 hora ou 3 horas dentro do carro ou na recepção de uma clínica ou de um hospital. Muitas e muitas vezes acompanhei minha mãe ao médico, ao tratamento ou aos exames, tendo que levar minha filha junto porque não tinha ajuda de ninguém. Vale lembrar que Lara tem muitas comorbidades e é autista. Chorei muitas vezes dentro do banheiro por que me sentia cansada de mais. Todos que eu procurava não me ajudavam porque não podiam e mesmo pagando não encontrava quem quisesse trabalhar me ajudando. O tempo foi passando e a situação piorou em fevereiro de 2023 quando minha mãe precisou ficar internada. Eu trabalhava à noite e não conseguia quem ficasse em casa à noite com Lara para eu trabalhar. Aqui faço uma observação: quem ficasse com minha filha à noite receberia por isso e passaria a noite dormindo porque ela dormia a noite toda, então a pessoa não teria trabalho, mas ninguém aceitava. Nestes 10 dias terminei adoecendo de tanto nervoso e nem conseguia ir ao hospital e nem ir trabalhar. Minha mãe ficou sozinha no hospital e isso era um tormento para mim. O tempo passou e a situação só piorava. Transformei minha casa em um BBB, coloquei câmeras dentro e fora de casa para poder vê minha mãe e minha filha durante a madrugada, pois Lara dormia, mas a minha mãe acordava muitas vezes à noite. Um dia estava trabalhando longe de casa e minha mãe passou mal à noite e eu não tinha como chegar em casa sem transporte na madrugada. Cheguei em casa às 5 horas e vi o portão da garagem todo aberto e minha filha sozinha na garagem e minha mãe desmaiada em uma cadeira. Me desesperei porque não pude socorrer e nenhum vizinho ajudou. Quantas vezes precisei que alguém da vizinhança recebesse a van da escola porque eu estava em um hospital e não tinha quem a recebesse? Era preciso pedir ao transporte que a deixasse por último para dá tempo de eu chegar em casa. Em dezembro de 2023 nova internação da minha mãe sem prazo para alta. Minha mãe foi sozinha para o hospital sendo levada pelo SAMU e eu não pude acompanhar porque Lara também estava doente. E assim ela permaneceu por 4 meses até falecer. Neste período de Dezembro até março de 2024 me vi muito aflita sem ajuda. Pedi muito à Deus que me mostrasse quem … Ler mais

Abuso Sexual Infantil

Abuso Sexual Infantil

Hoje vamos falar um pouco sobre o abuso sexual infantil. Este é um tema que devemos estar sempre falando pois é um fato que acontece em todas as classes sociais . Denunciar um abuso sexual  é muito difícil porque a criança ou o adolescente,  via de regra,  é ameaçado  pelo abusador ou pelo pedófilo a não falar sobre o ocorrido. Normalmente as crianças ou os adolescentes ficam temerosos em denunciar  porque imaginam que o abuso ocorreu por culpa deles e que eles poderão ficar numa situação difícil se alguém souber. É muito comum o abuso ocorrer dentro de casa e a criança ou o adolescente teme que se denunciar, eles não mais poderão  viver na mesma  casa,  ou  que poderá ocorrer divorcio dos pais, ou que o abusador ou o pedófilo poderá ir para a cadeia. Os sentimentos de medo  e vergonha são poderosos no sentido de abafar o fato do abuso sofrido. De forma geral as crianças e os adolescentes ficam confusos não sabendo como dizer ou o que dizer sobre o que aconteceu, pois vivenciaram algo novo, que causa uma mistura de sentimentos e eles não sabem identificar o que isso significa. Os sentimentos mais presentes quando o abuso sexual acontece é de tristeza, culpa, baixa auto estima , desvalorização, medo entre outros sentimentos negativos . Os pais devem estar atentos quando os filhos se queixam que não gostam de determinada pessoa porque sentem medo, nojo ou desconforto . Os pais devem saber que o perigo do abuso sexual acontece é dentro da própria casa ou na vizinhança. Quando uma criança ou um adolescente consegue contar para alguém de sua confiança sobre o abuso, elas passam a ter um alívio muito grande. Por este motivo precisamos incentivá-las “a  contar” e também ajudá-las a contar. As crianças se expressam através do brinquedo ou do desenho, então os pais podem solicitar ao filho que mostrem através de brinquedos, dos bonecos  ou através dos desenhos, o que aconteceu.   Orientação aos pais prevenindo o abuso sexual dos filhos. Estamos lançando está série de textos sobre este assunto, visto que há um alto índice de abuso sexual contra crianças e adolescentes em todas as classes sociais . Desta forma estamos ajudando pais e professores a identificarem quando uma criança/adolescente esta sendo vítima de abuso sexual.   Ajudar a criança ou o adolescente a compreender que o maior risco de acontecer um abuso é normalmente  com pessoas que elas já conhecem. Quando uma criança ou um adolescente está sofrendo abuso, incentivá-la a comunicar o fato a pessoas confiáveis: pessoas da família ou  fora dela como por exemplo um professor.A criança e o adolescente deve saber que seu corpo pertence só a elas e que apenas elas têm o direito de tocá-lo : Meu corpo minhas regras. Adolescentes ou adultos que tocam nas partes íntimas do corpo de uma criança, ou que pedem para estes que toquem suas partes íntimas, sabem que é errado, sentem medo de serem pegos, por esse motivo, tentam “enganar”  crianças ameaçando-as   ou dando presentes  para que elas se calem. Pais e professores devem ficar atentos quando os filhos ou os alunos  ganham presentes de pessoas desconhecidas, é preciso perguntar e entender o porquê dos presentes . Muitas pessoas pensam que a ocorrência de abuso sexual é quando  há penetração do órgão sexual masculino. Entende-se que abuso sexual  é qualquer forma de penetração ou de manipulação nos órgãos genitais de uma criança ou de um adolescente.  A criança ou o adolescente deve confiar nos seus sentimentos. É muito difícil para uma criança diferenciar o que é um abuso ou um carinho seguro porque existe uma diferença tênue entre ambos, porém,  ao relacionar-se com uma pessoa mais velha, a criança ou o adolescente  está tendo sentimentos  desconfortáveis, que causam nojo, medo , ou raiva, é um indício de que deva falar sobre  isso com um adulto de sua   confiança .  A melhor maneira de fazer parar um abuso sexual é contar para um adulto de confiança sobre isso. Este não é um problema que as crianças ou os adolescentes possam resolver por si próprios e precisam da ajuda de um adulto. Quando uma criança denuncia, ela não está apenas ajudando a si própria , mas também ajudando a outras crianças. Os abusadores ou pedófilos  usam truques para pegar suas vítimas, às vezes demoram  algum tempo para conquistá-las, vão fazendo isso gradualmente dando presentes ou as agradando  até conseguir ganhar sua “confiança”. Entre os truques usados incluem:–  Falsa confiabilidade ( é o lobo vestido de cordeiro), fingem ser amigo do garoto (a) , a fim de ganhar a confiança dele;-Eles testam os limites, fazendo piadinhas sensuais, ou elogios, massagem nas costas, fazem cócegas, jogos de strip ( tirar a roupa),etc;– Toque-  do toque normal, não sensual, toque confortável , carinho propriamente dito, ao toque “acidental”, toque libidinoso,  nas partes íntimas, que acabam ocorrendo ao longo do tempo; Compartilhando material sexual : -Aproveitando-se da curiosidade natural da criança ou do adolescente, os pedófilos mostram fotos, vídeos, mensagens de texto, sites de natureza sexual , entre outros.– Quebrando regras: os abusadores incentivam as crianças ou os adolescentes a quebrar regras, pedindo que a criança/ adolescente tire a roupa, ou esfrega-se no corpo delas  dizendo que este ato é natural e assim estabelecem uma relação que tem um segredo para sua manutenção. – Uso de drogas e álcool. Alguns  abusadores fazem uso de drogas ou álcool, tornando crianças ou adolescentes menos capazes de reagir contra o abuso.-Intimidação e chantagem: os abusadores fazem com que as crianças ou adolescentes  sintam medo, vergonha ou culpa se comunicarem o fato a alguém. Quando crianças / adolescentes passam por estas situações e não têm o apoio de uma pessoa de confiança, tem uma estrutura frágil de personalidade, aliado a uma família disfuncional,  na vida adulta pode seguir o caminho da prostituição e ou das drogas ou ainda repetir com outras crianças o que sofreu . Toda criança / adolescente que passou por uma situação destas necessita de muita orientação e … Ler mais

Adoção com os pés no chão

*ADOÇÃO COM OS PÉS NO CHÃO*
Muito gente quer adotar, mas pouco se preocupa em conhecer a realidade vivenciada por crianças e adolescentes abrigados que estão à espera de uma família.